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Preparada especialmente para o evento, o Balé da Cidade de Santos apresenta nesta quinta-feira, 28 de julho, às 22h, no Teatro Juarez Machado, o espetáculo “Monastério”. A coreografia retrata um dia vivido dentro de um monastério trazendo a percepção para o lado espiritual do ser humano. Dentro de uma proposta de renúncia para com o mundo atual, os bailarinos descobrem o prazer de viver em espírito. Mas, como em toda realidade, encontram dentro de um lugar humano seus obstáculos, se deparando com mistérios, medos e dúvidas. Ao passar por esse processo encontram a certeza que procuravam.

bale da cidade de santos

A obra de dirigida por Renata Pacheco, que é coreografa do Balé Cidade de Santos e dos Corpos de Baile Infantil e Juvenil, desde 1998.

AGENDA

O quê: Espetáculo Monastério
Quando: 28/7
Horário: 22h
Local: Teatro Juarez Machado
Ingressos: Bilheteria do Centreventos Cau Hansen

O “X Seminários de Dança” do Festival encerra nesta quinta (28/7)

Com o tema “Dança não é (só) coreografia”, evento acontece das 9 às 18h, na Sala Agrippina Vaganova no Bolshoi

O segundo dia do “X Seminários de Dança” traz seis convidados para estimular o público a pensar sobre a produção artística e a criativa da dança. Com o tema “Dança não é (só) coreografia” o seminários propõem que a dança trabalhe num modo de (re) descoberta, como possibilidade de avivamento de si e da realidade, como produto de acontecimento. Os expositores são: Geraldo Lima (SP), Ana Mundim (MG), Sandra Meyer (SC), Diana Gilardenghi (SC), Luciana Paludo (RS) e Alex Soares (SP).
O encontro acontece nesta quinta-feira, 28 de julho, das 9 às 18h, na Sala Agrippina Vaganova. As inscrições estão encerradas.

Para a Noite de Gala, um conto de fada em versão moderna. O tradicional e consagrado Balé Teatro Guaíra, criado em 1969 e com mais de 140 obras no percurso, traz o clássico “Cinderela” em releitura contemporânea ambientalizada nas décadas de 50 e 60. O público vai se surpreender com a criatividade do coreógrafo espanhol Gustavo Ramirez Sansano, ex-diretor artístico do Luna Negra Dance Theater (Chicago), que criou esse projeto especialmente para a companhia. Com duração de uma hora, o espetáculo conta com um elenco de 22 bailarinos.

CINDERELA

Cinderela é um dos contos de fada mais populares da humanidade. O clássico traz a história de uma menina que, após a morte de seu pai, é deixada sob os cuidados de sua madrasta e em companhia de duas irmãs postiças. Cinderela é tratada como uma criada em sua própria casa. Porém, um dia, uma coisa boa acontece à Cinderela e irá mudar o rumo de sua vida.

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CINDERELA MODERNA O príncipe encantado vira playboy milionário, o castelo dá lugar para uma mansão, a carruagem-abóbora é um conversível e a busca pela amada é por anúncio na televisão, pois a cinderela do século 20 vive na cidade e não em um reino.

FICHA TÉCNICA

Coreografia: Gustavo Ramirez Sansano

Músicas: Gioachino Rossini / Johann Strauss Junior / Sergei Prokofiev

Figurino: Gelson Amaral

Cenário: Luis Crespo

Iluminação: Alexandre Dartagnan e Diego Bertazzo

Projeto Gráfico e Ilustrações: Gabriel Rischbieter

Cenários – supervisão e produção: Irineu Salvador e Mario Trojan

Arte – final plotagens: José Vitor Cit e Lucinete Vieira

Vídeo: Happy End Cine Video Ltda

Adereços Cênicos: Alfredo Gomes

Operação de Luz: Valdevino Guerreiro

Ensaiadoras: Rosi Viol

Assistente de Ensaio: Márcia de Castro Crédito: Carlos Poly

[25/7 – 20h] Centreventos Cau Hasen

Trabalhos da mostra “O papel de cada um” podem ser conferidos na
El Clandestino Galeria de Arte entre os dias 23 de julho e 2 de setembro

A El Clandestino Galeria de Arte abre no dia 23 de julho, a partir das 14 horas, a exposição “O papel de cada um”, do artista visual Luiz Ferreira. A mostra reúne trabalhos produzidos a partir do recorte e da sobreposição de papéis e que permitem traçar analogias visuais e conceituais com a pintura e com o desenho. A exposição integra o projeto cultural de manutenção da El Clandestino contemplado pelo Simdec e pode ser visitada gratuitamente até o dia 2 de setembro, de segunda a sexta-feira, sempre das 14 às 18 horas.

Luiz Ferreira_Crédito foto - Aleixa Batista
Em sua primeira exposição individual, o artista paulista radicado em Joinville explora as características de diferentes tipos de papel para criar 13 trabalhos de construção aparentemente simples, mas que resultam em efeitos tão sutis quanto surpreendentes. Camadas de tons sobrepostos e volumes concretos definidos pela alternância de campos de cor associam alguns dos trabalhos de Ferreira à pintura, enquanto o delicado recorte das extensões de papel branco em padrões mais ou menos regulares produzem um rendilhado linear que pode ser relacionado aos desenhos.

A presença da pintura e do desenho como elementos conceituais neste conjunto de trabalhos em papel de Luiz Ferreira não é por acaso. Sua curta trajetória como artista visual é marcada pelo uso tradicional da tinta sobre a tela e por uma rotina de produção que inclui uma série de esboços e projetos inicialmente concebidos a lápis – método que guarda suas origens como designer profissional.

Luiz Ferreira tem formação técnica em desenho de arquitetura e desenho de publicidade e atualmente é vice-presidente da Associação de Artistas Plásticos de Joinville (AAPLAJ) na gestão 2016-2018. Seu ingresso na arte deu-se na década de 1990, mas foi só há quatro anos, com a chegada em Joinville, que sua produção artística ganhou rigor e regularidade. Desde então, Ferreira tem participado de ações que vão desde o projeto de arte urbana #JLLEMAISARTE até a mais recente edição do (IN)Consciente Coletivo. Com outros artistas, fez parte de exposições como a itinerante “Além do 3X4” e “O feito e o intuito da figura humana”.

SERVIÇO:

O quê? Exposição “O papel de cada um”, de Luiz Ferreira.
Onde? El Clandestino Galeria de Arte (rua Ministro Calógeras, 287, Centro, Joinville).
Quando? Abertura no dia 23 de julho (sábado), às 14 horas. Visitação de segunda a sexta-feira, das 14 às 18 horas, até o dia 2 de setembro.
Quanto? Entrada gratuita.

Em duas noites e uma tarde, as apresentações trazem ao palco do Teatro Juarez Machado, um olhar sobre o homem e a relação com o tempo. Companhias são de São Paulo, Ceará e Bahia.

A Mostra Contemporânea de Dança já ganhou marca própria no Festival de Dança de Joinville. É tão aguardada quanto a Mostra Competitiva por oferecer espetáculos que se destacam pela sua excelência técnica, artística e inovação. Nesta 34ª edição do evento, que ocorre de 20 a 30 de julho, a programação promove três dias de apresentações no palco do Teatro Juarez Machado. São duas noites e uma tarde, novidade este ano.

Mostra Contemporânea será reativada no Festival de Dança em 2015 Divulgação/Divulgação

O Grupo de Dança Primeiro Ato, de Belo Horizonte, apresenta o espetáculo Insthabilidade

Foto: Divulgação / Divulgação

No dia 22 de julho, a abertura é com “D.G.LO” da Companhia Siameses de São Paulo (SP), dirigida por Maurício de Oliveira, lançando um olhar sobre a passagem do tempo e da incompreensão do ser humano no processo de envelhecimento. Dia 29, é a vez de “Soluto” do grupo Ritmo Soul´to de Fortaleza (CE), com direção de Lucian Costa, em que o principal fio condutor é o café e sua história antropológica, bem como traz a reflexão sobre os efeitos colaterais que a bebida provoca no corpo e a relação com o cotidiano urbano. Os dois espetáculos são às 22h.

O encerramento da Mostra é no dia 30 de julho, às 15h, com “Kodak”, sob a direção e performance do bailarino e coreógrafo Neto Machado, que traz referências do universo da cultura pop, sobretudo de desenhos animados e super-heróis, na relação com aspectos da vida moderna. Em cena, os movimentos são inspirados na técnica de animação Stop Motion, usada por filmes como King Kong e Godzilla. O espetáculo é para todas as idades, mas agrada especialmente adolescentes e crianças.

Os ingressos para toda a programação estão à venda no site do Festival de Dança (www.festivaldedança.com.br), ou na sede do Instituto, de segunda a sexta-feira das 10 às 12h e das 13h30 às 17h30.

O 34º Festival de Dança de Joinville é apresentado pelo Ministério da Cultura e Banco Itaú, Lei de Incentivo à Cultura. O patrocínio é do Fundo Estadual de Incentivo à Cultura (Funcultural), por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte do Governo do Estado de Santa Catarina, Grupo RBS e Beto Carrero World. Tem apoio de O Boticário na Dança e a colaboração da Folha de São Paulo. A promoção é da Fundação Cultural de Joinville e Prefeitura de Joinville, com realização do Instituto Festival de Dança de Joinville.

Sobre a concepção dos espetáculos e das companhias convidadas

“D.G.LO” propõe um olhar sobre a relação do homem com o processo de envelhecimento
Companhia Siameses de São Paulo traz à tona a reflexão entre o tempo cronológico em diálogo com o tempo cósmico

 A passagem do tempo e a incompreensão do ser humano no processo de envelhecimento é a tônica que permeia “D.G.LO”, espetáculo que abre a Mostra Contemporânea de Dança. Sob a direção de Maurício de Oliveira, da companhia Siameses de São Paulo, a proposta é trazer à tona a reflexão entre o tempo cronológico em diálogo com o tempo cósmico estabelecendo uma outra dimensão para a afeto humano. A obra será apresentada no dia 22 de julho, às 22h, no Teatro Juarez Machado.

O público vai conferir uma intensa performance corporal no palco com a intenção de fazer o expectador repensar a sua própria estrutura. Por trás da técnica, há uma enriquecedora bagagem, incorporando informações do estudo da Yoga clássica (Iyengar), do balé clássico e de outras práticas de reconhecimento do corpo. “Ao intérprete é proposto uma saturação das suas possibilidades físicas na tentativa de se produzir uma espécie de relaxamento mental e ampliação de seus limites imaginativos, potencializando sua presença”, destaca Maurício.

O trabalho foca a desintegração do corpo durante o processo de envelhecimento e ressalta as habilidades do indivíduo, adquiridas ao longo da vida. É aceitar a degeneração da matéria e estimular o vigor e a energia para conduzir elegantemente o corpo ao seu destino, que é a destituição.

“D.G.LO” foi criado inicialmente para o Rumos Itaú Cultural, em 2007. Em 2008, o espetáculo participou do PAC circulação e do Dança Sesi. Foi premiado no quinto edital do programa de Fomento à Dança do Município de São Paulo, em 2009. Hoje, passa por uma remontagem, com novo elenco, dentro do Programa Municipal de Fomento à Dança de São Paulo.

Sobre o grupo
Sediada na cidade de São Paulo, a Companhia Maurício de Oliveira e Siameses foi criada em 2005. Desde então, procura uma linguagem ímpar com o objetivo de entender o aparato físico e mental do artista, de forma a provocar no espectador uma reverberação imediata, fazendo-o repensar a sua própria estrutura. Ao longo de dez anos de carreira, traz mais de dez espetáculos consagrados, que conquistaram inúmeras premiações e já circularam pelo Brasil, México, Holanda, França e, neste ano, ampliam conexões na América Latina. Atualmente, está em circulação com os espetáculos Nigredo, D.G.LO e Jardim Noturno.

Quem é o diretor:
Maurício de Oliveira. Diretor, coreógrafo e bailarino. Nasceu em Goiânia. Sua trajetória profissional começa no Balé da Cidade de São Paulo (1989-1992), passa pelo Balé do Teatro Castro Alves, em Salvador (1993). Dançou em diversas companhias como Choreographies Theather Von Johan Kresnik (1994-1996), Pretty Ugly Dance Company, sob direção de Amanda Miller e a Frankfurt Ballet (1999-2003), sob direção de William Forsythe. Regressou ao Brasil em 2005, mantendo sua ligação com a cena criativa europeia. Em 2009, foi bailarino convidado para a Produção "The Mythic Radio Theater" para a The Forsythe Company, coreografia Dana Caspersen. Em janeiro de 2012, apresentou o trabalho "Objeto Gritante", no Holland Dance Festival, em parceria com Duda Paiva Company. De volta ao país, cria e dirige a Maurício de Oliveira & Siameses dando continuidade ao seu trabalho de pesquisa. Entre seus trabalhos estão "Jardim Noturno" (2005), "Olhar Oblíquo" (2006), "Objeto Gritante" (2011), além da peça Solo "Fragile". Paralelamente ao trabalho criativo com a Siameses, Maurício criou para o Balé da Cidade de São Paulo, Balé do Teatro Castro Alves, Distrito Companhia De Dança, São Paulo Companhia de Dança, onde também atuou como assistente de direção de "Polígono" (2008), de Alessio Silvestrin, entre outras. Maurício também criou coreografias para diversos festivais na América e Europa.

Ficha técnica:

D.G.LO 
Direção e Coreografia: Mauricio de Oliveira 
Intérpretes: Ivan Bernardelli, Lili Grammont, Vinicius Francês
Identidade Visual: Mauricio de Oliveira 
Designer de Luz: Aline Santini 
Figurino: Daíse Neves 
Trilha Sonora: Gilberto Assis 
Projeto Gráfico: Ivan Bernadelli 
Fotos: Willian Aguiar 
Direção de Produção: Alessandra Herszkowicz | Tanza Produções 
Coordenação de Produção: Gabriela Boschetti | Tanza Produções 
Duração: 45min 
Faixa Etária: Livre

Fotos: https://www.flickr.com/photos/festivaldedanca/albums/72157664518952484 

Vídeo: https://www.facebook.com/CompanhiadeDancaSiameses 

“Soluto” traz obra inspirada no cotidiano urbano e a relação com o café

No palco, perfomance combina técnicas de Danças Urbanas incorporando pequenas doses de Xote e Capoeira

Os estímulos sensoriais que o café provoca no corpo e a relação dele com o cotidiano urbano. Assim é a proposta de “Soluto”, do grupo Ritmo Soul´to de Fortaleza (CE), espetáculo do segundo dia da Mostra Contemporânea de Dança. Com direção de Lucian Costa, o público vai poder conferir uma obra que fala sobre regionalidade e memórias nordestinas sendo vistas com técnicas de Danças Urbanas, incorporando pequenas doses de Xote e Capoeira. A apresentação é no dia 29 de julho, às 22h, no Teatro Juarez Machado.

O trabalho se configura em dois processos. O primeiro, aborda a ancestralidade, as raízes e rituais agregados à virilidade do homem moderno até a contemporaneidade, e o segundo é o químico, refletindo sobre corpos que se agregam através das experiências cotidianas. É como se fosse a diluição ente soluto e solvente: “representando também as diferentes reações que temos ao tomarmos um café ou ao sentirmos seu cheiro, se remetendo ao cotidiano e as formas individuais de suportar a atualidade, a vida urbana e as mais variadas sensações e efeitos colaterais”, destaca Lucian. No palco, a performance reflete corpos mutáveis que se adaptam e se integram, que agregam valores e que se permitem a uma readaptação.

Soul´to surgiu em 2010 com a proposta de unir os dançarinos que já tinham uma vivência na cena das Danças Urbanas de Fortaleza e regiões metropolitanas. Tem na direção e em cena Lucian Costa (Charada) – curador do festival Cearense de Hip Hop, um dos mais significativos no país; como coreógrafo André Rockmaster, um dos percussores do gênero no Brasil; e os intérpretes Luiz Paulo e Jorge Luiz. Quem assina a direção de arte é o joinvilense Elton Pedroso, do Estúdio Café.

Sobre o grupo:

O grupo Ritmo Soul’to surgiu em 2010, com a proposta de unir dançarinos que já tinham vivência na cena das Danças Urbanas de Fortaleza, Ceará. Começou com o discurso de diversão e aprofundamento de técnicas que eram pouco difundidas na cidade e no estado. Ganhou visibilidade nacional ao participar e receber premiações de grandes eventos de dança no Brasil como, Festival de Joinville, Passo de Arte Indaiatuba, Festival de Dança de Teresina, entre outros. Hoje, é um dos mais importantes grupos a difundir a cena das Danças Urbanas no Nordeste, sendo reconhecido pela importância do nível técnico e dos seus trabalhos para a difusão da dança no Ceará.

Quem é o diretor:

Lucian Costa (Charada). Começou a dançar ainda na infância dentro das Danças Populares, mas foi nas Danças Urbanas que se aprofundou e fez sua carreira. Foi envolvido com diversas linguagens artísticas como teatro, pintura e artesanato, que o ajudou a entender com mais facilidade os gestos corporais na dança. Formado pelo CENTEC em Produção Cultural e aluno do Curso Técnico em Dança, desenvolve trabalhos dentro do mapa cultural de Fortaleza e, entre os principais, está o festival Cearense de Hip Hop, um dos mais significativos festivais de Danças Urbanas do Brasil, no qual atua como curador desde 2013. Também trabalha como educador de dança no Centro Cultural do Bom Jardim desde 2010, trabalhando na formação e desenvolvimento da região periférica de Fortaleza.

Ficha técnica:

Soluto
Direção Cênica e Coreografia: André Rockmaster
Direção de Vídeo e Fotografia: Nicolas Leiva
Direção de Arte e Diagramação: Elton Pedroso-Estúdio Café
Pesquisa e Texto: Lucian Costa (Charada)
Luz: Wilbert Santos
Direção de Palco: Nicolas Leiva
Intérpretes: Luiz Paulo (Coreano), Jorge Luiz(Loly) e Lucian Costa(Charada)
Direção Geral: Lucian Costa (Charada)

Fotos: https://www.flickr.com/photos/festivaldedanca/albums/72157666823394025 

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=zLTzRMt_PHo 

“Kodak” traz ao palco movimentos da Dança de Rua e inspirados na técnica de animação Stop Motion

Espetáculo concebido especialmente para adolescentes e crianças, traz o imaginário infantil para a dança e será apresentado no período da tarde, no Teatro Juarez Machado.

Uma peça cheia de misturas de dança, teatro, cinema, herói, monstro, ninja, cores, movimento, ação, robô, gente, gigante, barulho. Assim é “Kodak”, o espetáculo que encerra a Mostra Contemporânea de Dança, no dia 30 de julho. A apresentação será realizada, às 15h, no Teatro Juarez Machado, aberta ao público em geral, mas concebida especialmente para adolescentes e crianças.

O intérprete, Neto Machado, traz o imaginário infantil para dançar e provocar reflexões. A movimentação em cena é inspirada na técnica de animação Stop Motion, usada por filmes como King Kong e Godzilla. O cenário representa um universo em contínua construção, no qual aparecem cada vez mais surpresas que multiplicam as possibilidades de diversão e movimento.

Cem caixas de arquivo coloridas constroem um mundo de plástico como se fossem legos gigantes, ou como um universo do Mindcraft, em contínua construção. Elas se transformam em prédios, telas de cinema, poltronas de um teatro e o que mais a imaginação mandar. E de dentro delas, aparecem cada vez mais surpresas que multiplicam as possibilidades de diversão e movimento.

Kodak estreou em 2011 e desde lá vem circulando pelos principais contextos de dança do país. Já completou mais de 50 apresentações no Brasil e em outros dez países.

Quem é o diretor:

Neto Machado é ator, dançarino, comunicador, coreógrafo e diretor. Mestre pelo programa de pós-graduação em Artes Cênicas da UFBA e também atua no exterior, já tendo passado por espaços como TATE Modern (Inglaterra), Schloss Solitude (Alemanha) e MIT (EUA). É um artista interessado em produzir conteúdos para crianças e adolescentes. Iniciou uma relação direta com essa faixa etária dando aulas de dança de rua em academias de Curitiba e coordenando o pioneiro grupo Street Soul por oito anos.  Hoje, é responsável por dois espetáculos de dança contemporânea infantojuvenis com grande destaque na cena brasileira: Desastro e Kodak - apresentados em mais de 50 vezes em diferentes festivais e teatros do país. É um dos fundadores do coletivo de artes Couve-Flor minicomunidade artística mundial e é um dos coordenadores do Dimenti - ambiente criativo que produz diversos projetos incluindo o festival IC - Interação e Conectividade e o longa-metragem Pinta.

Ficha técnica:

Concepção, direção e performance: Neto Machado
Iluminação/Direção técnica: Fábia Regina/Moisés Vitório
Som: Rodrigo Lemos e Leonardo França
Colaborações na criação: Cândida Monte, Ellen Mello, Fábia Regina, Leonardo França e Jorge Alencar
Direção de Produção: Ellen Mello

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=peWrVZQFpZ0 

Fotos: https://www.flickr.com/photos/festivaldedanca/albums/72157669797289076 

Mostra Contemporânea de Dança

22 e 29 de julho, 22 horas

30 de julho, 15 horas

Teatro Juarez Machado

Avenida José Vieira, 315

Quinta, 21 Julho 2016 17:23

Joinville - Capital Nacional Da Dança

Joinville, recebeu nessa quarta-feira (20) o título de Capital Nacional da Dança. Foi aprovado no Plenário do Senado o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 88/2015, que confere o título ao município catarinense. 

Há mais de 30 anos, Joinville promove um festival de dança considerado pelo Guiness Book como o maior evento no mundo em número de participantes: em torno de 4,5 mil bailarinos. Ao mesmo tempo que o Festival de Dança de Joinville, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, Rua da Dança, Palcos Abertos e Passarela da Dança.

A cidade também sedia a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia. Segundo o senador Dalírio Beber, a escolha da cidade pela companhia russa apenas confirma a vocação da região para a dança. O objetivo da unidade do Bolshoi de Joinville é o mesmo da Escola Coreográfica de Moscou, criada em 1773: proporcionar formação e cultura por meio do ensino da dança para que seus alunos tornem-se protagonistas da sociedade.

Ao aprovar o PLC em Plenário, o vice-presidente Jorge Viana (PT-AC) destacou que a proposta também é uma homenagem ao senador Luiz Henrique (PMDB-SC), falecido em maio de 2015. Foi ele que, quando prefeito de Joinville, cedeu uma área de seis mil metros quadrados para instalação da sede do Bolshoi no Brasil.

*Via: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Foto: Diego Redel

Foto: Diego Redel

 Ely Diniz,  presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, recebeu em mãos o documento que intitula Joinville como a Capital Nacional da Dança.

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